Segunda-feira, 8 de Fevereiro de 2010

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Varanda do Prior
Comunicação Independente pela Melhoria do Concelho do Crato – 4FEV2010
 
PRESIDENTE AGRESSOR
Fonte fidedigna assegurou à “Varanda do Prior” que o presidente da câmara, João Teresa Ribeiro, tentou agredir fisicamente o vereador Correia da Luz, depois de encerrados os trabalhos da reunião de câmara de 3 de Fevereiro de 2010, enquanto este aguardava que os funcionários lhe distribuíssem cópia da acta da dita reunião, pouco depois das 17:30.
 
Um dos pontos da ordem de trabalhos, o que atribuía um subsídio ao Grupo Desportivo e Recreativo Gafetense, merecera acesa polémica em virtude de Correia da Luz afirmar que não tinha assumido o compromisso que um documento do clube dizia ter assumido. Acrescentava Correia da Luz que a atribuição desse subsídio não estava, para si, em causa, uma vez que tinha proposto recentemente o aumento do subsídio mensal àquele Clube e, ainda, a realização da obra do relvado do campo do Gafetense. O documento, escrito provavelmente a pedido para criar problemas políticos a Correia da Luz, pretenderia desvirtuar a realidade e inverter politicamente a posição desconfortável do presidente da câmara que tem rejeitado sistematicamente o aumento daquele subsídio, bem como ao Futebol Clube do Crato.
 
Em tom ofensivo, o presidente da câmara, João Teresa Ribeiro, disse, textualmente, que Correia da Luz fora «corrido da câmara do Crato», afirmação que repetiria como argumento às críticas que lhe eram dirigidas. Não tendo gostado da afirmação, aliás, recorrente, uma vez que foi usada muitas vezes pelo presidente em anteriores reuniões, Correia da Luz disse que não tinha sido «corrido» uma vez que era vereador da dita câmara e apenas tinha deixado de ser presidente em razão do resultado eleitoral que respeitava. Adiantou que «corrido» tinha sido o actual presidente da câmara do Crato quando saiu da câmara de Vendas Novas sem ser em acto eleitoral. O presidente da câmara retirou o ponto da ordem de trabalhos remetendo-o para ulterior decisão, adiando a solução deste problema do clube, enquanto Correia da Luz e João Manuel Farinha defendiam, em declaração de voto, que a proposta devia ser votada ali.
No período de discussão do texto da acta da reunião, último da ordem de trabalhos, Correia da Luz verificou que a expressão «corrido», verbalizada pelo presidente da câmara, fora omitida enquanto aquela que proferira estava, e está, no texto da acta. Indignado com a persistência, disse que era uma atitude indigna e própria de ditadura. Votada a acta, a reunião foi encerrada pelo presidente.
 
Foi a partir deste momento que João Teresa Ribeiro iniciou um conjunto de provocações verbais a Correia da Luz, perante o silêncio deste que aguardava a distribuição de cópia da acta.
 
Perante a surpresa geral, ou talvez não, o presidente da câmara, possesso, saltou da cadeira e correu na direcção de Correia da Luz, sentado no seu lugar, proferindo ameaças em actos e palavras. Os vereadores e funcionários presentes impediram a consumação do acto tentado, por entre cadeiras e mesas atiradas fora do lugar.
 
Enquanto isto, Correia da Luz, sereno, saiu para a rua com os seus documentos por baixo do braço, deixando o presidente a brigar com as cadeiras e as mesas entre os funcionários e, segundo fonte segura, esteve na Praça do Município largos minutos a falar de política desportiva local, alheio ao que continuava a passar-se na sala em cima.
 
Enquanto era vereador, João Teresa Ribeiro, já tivera atitudes semelhantes, embora sem esta gravidade.
 
Mas a seguir, segundo a nossa fonte, João Teresa Ribeiro foi jantar em Aldeia da Mata com dirigentes da Casa do Povo local, entidade a quem a câmara municipal acabara de atribuir um subsídio de 17.500 euros, aliás, por unanimidade, prática pouco consentânea com a transparência e isenção nos actos administrativos dos políticos.
 
Os actos em apreço dão lugar a perda de mandato se forem provados. Mas a imagem pública deste presidente fica gravemente afectada em face destes actos gravosos que em nada dignificam a câmara que representa.
 
Assina
Duarte & Cª
 
publicado por terrasdocondestavel às 15:35
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2 comentários:
De Kim da Esquina a 16 de Fevereiro de 2010 às 17:28
Publicado no «ComVistaParaOCrato»:

Exemplo: modelo, molde, ensinamento, lição.

Se a minha sensibilidade bem entende o objectivo do escrito, pretende-se dizer que quem governa deve ser exemplo para os governados.

Assim sendo, veio-me à memória o triste exemplo de um presidente que ameaça, ofende e até ataca fisicamente o seu opositor na câmara (o anterior presidente). Mete em tribunal com a maior sem-cerimónia quem lhe frustra os intentos. Tudo perante o SILÊNCIO DO POVO. Do povo que não escreve nem lê e do povo que escreve e lê, como aqui neste blogue.
O dito presidente (João Teresa Ribeiro) quando era vereador fez isso várias vezes. Onde está o POVO?

Agora, desponta outra notável criatura, de enfermeira SUBIU a vereadora, de quem se aprende que vale tudo para subir na vida, mesmo à custa dos outros, sobretudo dos outros. Secou todo o movimento de rua para que o seu Bar Único seja o Único Bar onde os depositantes deixem as suas economias.

Como já li algures, o centro de interesse deste carnaval 2010 deixou de ser a rua para ser o Bar da Enfermeira Vereadora e, para tapar o sol com a peneira, o salão dos bombeiros, onde impera uma lei única: quem não é comunista leva...

Bar dos bombeiros que é explorado por outra figura que está a fazer conta bancária, sem descontos, sem licenças, sem ASAE mas as suas acções a subir... no seu BOLSO. Os que ingenuamente o apoiam que olhem para a forma como ele engorda à sua custa: já comprou a Resparque.

Para exemplo deixo este apontamento. O CRATO virou XUNGA porque a cultura está ao nível deste presidente que dá erros de palmatória quando fala e agride quem se lhe opuser e desta vereadora que sobe na vida à custa dos explorados de quem não tem dó nem piedade.


De ATENTO a 2 de Março de 2010 às 17:19
Pois é meus amigos:
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Pois é meus amigos: <BR class=incorrect name="incorrect" <a>Preparen-se</A> pois a onda de mão-de-obra humana que vai chegar à câmara do Crato, proveniente de Monforte, requer obras no edifício degradado da Câmara Municipal do Crato. <BR>O peso nos gabinetes vai ser tanto, que as estacas que sustêm o pisos vão ceder!!! <BR>Só a população do Crato para consentir isto! <BR>Então os de cá não tem competência ? <BR>Abram os olhos e vejam em quem votaram!!


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